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	<title>Arquivos Gerenciamento de risco - Rodale Transportadora de cargas</title>
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	<description>Transportes de cargas secas, transporte de container, transporte de máquinas, transporte de equipamentos de construção civil</description>
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		<title>Gerenciamento de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 19:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de risco]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de gerenciamento de risco nasceu no mercado de seguros e chegou ao setor de transporte de cargas no final dos anos 1990. Na teoria, ele reúne toda e qualquer medida que possa aumentar a segurança do transporte de cargas. Já na prática, ele encontra um grande entrave: os altos custos tecnológicos.</p>
<p>“As empresas investem como podem em todas as tecnologias disponíveis. Acesso à informação, certamente todas têm. O que a maioria não tem são recursos financeiros para aplicar as melhores práticas possíveis em gerenciamento de risco. No Brasil, você tem empresas de todos os tamanhos, então o gerenciamento de risco é adaptável à realidade de cada uma”, afirma o Coronel Paulo Roberto de Souza, assessor de segurança da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística).</p>
<p>Para ele, o gerenciamento de risco pode ser dividido em quatro ações primordiais: gerenciamento do veículo em movimento, proteção dos depósitos, investimento em recursos humanos, e investimento nos controles dos sistemas de comunicação. Entenda cada uma delas.<br />
<strong>Gerenciamento do veículo em movimento</strong></p>
<p>Compreende grande parte das ferramentas tecnológicas de gerenciamento de risco, principalmente os rastreadores. “O rastreamento é a faceta mais visível do gerenciamento de risco e engloba a comunicação entre caminhão e transportadora via aparelho celular ou satélite”, explica o Coronel Paulo Roberto de Souza, da NTC&amp;Logística.</p>
<p>O coronel explica que, antes de sair com a carga, o motorista recebe dos especialistas em gerenciamento de risco a rota exata a ser seguida, inclusive com as recomendações de postos de parada. Isto é feito pelo cruzamento de informações por softwares ou pela própria experiência dos profissionais da área.</p>
<p>Via satélite ou celular, a transportadora acompanha o percurso e consegue interferir na ação do motorista mesmo a distância. “Há uma série de recursos para isso. Há o sensor que corta o combustível, e é ativado apenas por onda de celular; há o sensor de porta que dispara alarme se alguém tenta abrir. Há o sensor do banco do carona, o sensor do baú e uma série de outras maneiras de saber se o veículo está sendo violado”, exemplifica. “O próprio motorista possui um painel de bordo com botão de pânico. Ele pode acionar o botão para pedir socorro ou mandar mensagens pré-programadas ou que ele mesmo digita na hora, dando mais informações sobre o ocorrido.”</p>
<p>Dependendo do valor da carga, o gerenciamento do veículo em movimento pode englobar até mesmo escolta armada.</p>
<p><strong>Proteção dos depósitos</strong><br />
É feita com uso de sistemas de câmeras, alarmes e contratação de vigilantes para proteger a carga quando ainda estocada ou durante os carregamentos e descarregamentos dos caminhões.<br />
<strong>Investimento em recursos humanos</strong></p>
<p>Compreende uma boa seleção e um bom treinamento da mão de obra que trabalha para a transportadora. “Além do controle sobre a vida do motorista e seus antecedentes criminais, a empresa precisa treiná-lo para saber o que fazer e como fazer”, afirma o coronel.</p>
<p>Por meio de telemetria (tecnologia de monitoração e comunicação), sensores indicam para a transportadora qual a velocidade em que o veículo trafega, qual o desgaste dos pneus e até mesmo se o motorista realizou alguma descida em “banguela” (com o veículo em ponto morto, o que aumenta o perigo de acidentes). Diante de tais dados, é possível, por exemplo, programar aulas de direção defensiva para o motorista que mostrar maus hábitos ao volante.<br />
<strong>Investimento nos controles dos sistemas de comunicação</strong></p>
<p>Adoção de instrumentos (softwares e ferramentas de geoprocessamento, por exemplo) que efetivamente transformam os dados de rastreamento da carga em informações para a tomada de decisão, a gestão dos recursos e a medição da qualidade do gerenciamento de risco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.portalntc.org.br/rodoviario/gerenciamento-de-risco/56933">Fonte</a></p>
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