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	<title>Rodale Transportadora de cargas</title>
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	<description>Transportes de cargas secas, transporte de container, transporte de máquinas, transporte de equipamentos de construção civil</description>
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		<title>Indústria perde R$ 130 bilhões por ano com a violência no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI mostra que a deficiência na segurança pública brasileira reduz a competitividade do país e aumenta os preços dos produtos para o consumidor Todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>Estudo da CNI mostra que a deficiência na segurança pública brasileira reduz a competitividade do país e aumenta os preços dos produtos para o consumidor</em></p>
<p>Todos os anos, R$ 130 bilhões deixam de ser investidos na produção industrial em função da violência no país, de acordo com estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse é o volume que a indústria de transformação brasileira gasta anualmente com custos com segurança privada e com as perdas decorrentes de roubo de carga e vandalismo, segundo o estudo Deficiência na segurança pública reduz competitividade do Brasil, elaborado pela Confederação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para fazer a estimativa, a CNI considerou dado do Banco Mundial que diz que 4,2% do faturamento anual das empresas brasileiras é comprometido com custos com segurança privada e com as perdas decorrentes de roubo e vandalismo. O dado é de 2009, mas, supondo que o percentual se manteve constante, a Confederação atualizou o volume considerando a receita bruta da indústria de transformação levantada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, é provável que o percentual tenha se elevado nos últimos anos em função da crise econômica que assola o país, destaca o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. &#8220;Com a crise, mais pessoas perderam o emprego e passaram para o mercado informal, que muitas vezes é alimentado por produtos piratas ou oriundos de roubo de carga, o que ajuda a estimular a violência. A violência é mais um dos fatores que afetam a competitividade brasileira&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O documento mostra que o número de ocorrências de roubo e furto de carga aumentou 64% entre 2010 e 2015, chegando a 20.803 no ano passado. Para se proteger, as empresas desviaram recursos para manter a segurança do canteiro de obras e evitar que haja roubo dentro das instalações, por exemplo. O estudo da CNI mostra que houve aumento da demanda por esses serviços. Entre 2004 e 2014, o emprego no setor de serviços de segurança cresceu, em média, 7,2% ao ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de reduzir investimentos, a falta de segurança pública impacta a competitividade do país ao diminuir a produtividade dos trabalhadores, uma vez que ficam mais estressados e inseguros. Menos produtivas e com gastos maiores em segurança, as empresas acabam repassando os custos para seus produtos, impactando o preço que chega aos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CUSTO DA VIOLÊNCIA &#8211;</strong> O Brasil está entre os países cujas empresas têm os maiores custos com crime e violência. Desde 2006, segundo levantamento do Fórum Econômico Mundial, o país está entre os 25% com pior desempenho no ranking mundial do indicador, em uma análise de, em média, 138 nações. Em 2015, em uma escala que vai de 1 a 7, em que quanto mais próximo de 7, melhor é a posição do país, o Brasil ficou com 2,87. A nota fica abaixo da média da América Latina (3,22) e atrás de países como Haiti, República Dominicana e Argentina.</p>
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		<title>Obrigatoriedade de exame para caminhoneiros reduz acidentes nas estradas</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/obrigatoriedade-de-exame-para-caminhoneiros-reduz-acidentes-nas-estradas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas profissionais, implantada há apenas seis meses, já conseguiu reduzir em mais de 38% o número de acidentes nas estradas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/obrigatoriedade-de-exame-para-caminhoneiros-reduz-acidentes-nas-estradas/">Obrigatoriedade de exame para caminhoneiros reduz acidentes nas estradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas profissionais, implantada há apenas seis meses, já conseguiu reduzir em mais de 38% o número de acidentes nas estradas federais de todo o país. A medida também fez com que mais de 230 mil motoristas profissionais mudassem de categoria ou não renovassem sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Os dados foram divulgados pelo Instituto de Tecnologia para o Trânsito Seguro (ITTS), que promoveu hoje (24), no prédio da Bolsa de Valores, no Rio, o seminário &#8220;A Importância do exame toxicológico preventivo para a segurança do trânsito&#8221;, quando apresentou balanço sobre os seis meses da obrigatoriedade do exame.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Nestes seis meses de vigência da lei, foram testados cerca de 650 mil profissionais no  país. Apenas profissionais do Tocantins e de Mato Grosso do Sul não estão fazendo os exames, resguardados por liminares. A taxa de positividade ficou em torno dos 9% para os motoristas candidados a emprego em regime de CLT (Confederação das Lei do Trabalho) e em 2,5% para os motoristas que renovaram suas carteiras de habilitação.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Segundo o instituto, neste último grupo, o baixo índice está diretamente relacionado ao fato de que mais de 33% dos condutores profissionais não renovaram suas carteiras ou migraram para categorias em que o exame não é exigido.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para o presidente do instituto, Márcio Liberbaum, é razoável concluir que parte significativa desses motoristas que evitaram o exame do fio de cabelo seja de usuário regular de drogas e que permanece dirigindo profissionalmente sem a carteira de habilitação compatível, burlando a fiscalização, sem o documento renovado.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“Os primeiros resultados demonstram o grande acerto do legislador brasileiro ao implantar a lei. Tivemos mudança de comportamento de 1/3 dos 12 milhões de motoristas profissionais do país. Em apenas seis meses, 33,4% dos motoristas não renovaram as carteiras e 11% deles migraram para as categorias A e B. Mas é significativo que 24% simplesmente não renovaram”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Em entrevista à Agência Brasil, Liberbaum ressaltou o fato de que, “se for levado em consideração este percentual projetado para a totalidade dos motoristas profissionais do país, mais de 2,5 milhões deles ficariam sem a renovação da carteira, se todos os exames já tivessem sido realizados a um só tempo”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">O que se pode imaginar, segundo ele, é que “haja uma positividade escondida de 25%, uma vez que todas as etapas anteriores à implantação do calendário legal do exame, em que fomos às ruas buscar conhecer a taxa de positividade nos motoristas profissionais, ela variava entre 15% e 33% de positividade”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Polícia Federal</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Estudo desenvolvido em paralelo pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) constatou que, de março a julho deste ano, comparativamente a igual período do ano passado, o número de acidentes envolvendo caminhões nas estradas federais do país diminuiu de 18 mil para 11 mil, o que dá uma redução de 38%.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“A gente sabe que a positividade no país é alta, até porque os motoristas não se drogam por lazer, mas, sim, para cumprir o tempo de jornada de trabalho, imposta pelos donos das frotas de caminhões &#8211; que é própria de regime escravagista. E isso tem que acabar”, disse o presidente do Instituto de Tecnologia para o Trânsito Seguro.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para ele, a eficácia da lei é “absolutamente inequívoca” e muito bem demonstrada com essa fuga da renovação ou da classificação por categoria. “Essa positividade escondida vai ser pedagógica para os 90% dos motoristas que ainda não fizeram o exame. Eles vão perceber que têm que mudar de comportamento, se quiserem continuar a exercer a sua profissão.”</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“É a pedagogia constatada nesta grande fuga que vai fazer com que os motoristas se preparem antes, buscando largar a droga, para voltar ao exercício da profissão sem problema”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Ainda em sua avaliação, “mais eficaz do que reduzir a jornada do trabalho por lei é retirar do motorista a possibilidade de fazer uso do recurso que dá ao corpo a capacidade de cumprir este tempo de jornada sobre-humano que vinha sendo imposto aos caminhoneiros”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Exame Toxicológico</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas com CNH nas categorias C, D e E tornou-se uma norma pela Lei Federal 13.103/15 já devidamente regulamentada pelo  (Conselho Nacional de Trânsito (Contran e pelo Ministério do Trabalho. Ela passou a valer de 2 de março deste ano para a emissão e renovação da CNH, na pré-admissão e no desligamento de motoristas profissionais de todo o país.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Sua adoção foi a primeira medida para combater o uso de drogas por condutores, desde que o Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor, em janeiro de 1998. Ela define que o motorista faça uma renovação da carteira de 60 em 60 meses meses, determinação essa que vai cair para 30 meses em 2018.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para Fernando Dinis, presidente da ONG Trânsito Amigo (que perdeu um filho em um acidente de carro e hoje luta pela melhoria das condições de trânsito no país), o teste Larga a Janela, como é chamado o exame toxicológico, provou ser o mais eficiente em vigência no país. Dinis perdeu um filho em acidente de carro e hoje luta pela melhoria das condições de trânsito no país. Na opinião dele, o exame consegue &#8220;positivar&#8221; se o motorista profissional fez uso de substâncias psicoativas em um período de 120 a 180 dias, o que é completamente incompatível com a sua atividades profissional.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“Na minha opinião, a opinião de um pai que perdeu um filho em acidente de trânsito, o exame é tão importante que deveria ser estendido a todas as categorias de motoristas. As pessoas colocaram muito o foco na Lei Seca, voltada exclusivamente para o álcool, principalmente nas grandes cidades. Mas esquecem que a frota dos caminhões de veículos pesados representa 4% da frota nacional veicular, embora responda por quase 40% dos acidentes com vítimas fatais no país”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para Dinis, é preciso lembrar que quem usa droga para prorrogar sua capacidade de dirigir, transportando carga nas estradas, é um motorista profissional e está dirigindo uma carreta de 50, 60 toneladas de grãos. &#8220;Ele dirige muitas vezes por três, quatro dias sem dormir, para atingir a sua meta por um frete maior. E quando colidi com outro motorista morrem ambos, porque estão na mesma altura. Mas quando a colisão se dá com um carro de passeio, trazendo uma família, isso passa a ser um extermínio”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Trânsito que mata</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">No Brasil, a cada hora, cinco pessoas morrem vítimas de acidentes de trânsito e 59 ficam inválidas. Em 2015, segundo dados da Polícia Federal, levantados para um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o trânsito matou 42,5 mil pessoas, deixando 515,7 mil feridos graves. Esses números dão ao Brasil a medalha de bronze da violência no trânsito, ficando apenas atrás da China e da Índia. Nas estradas federais, os veículos pesados, que respondem por apenas 4% da frota nacional, estão envolvidos em 51% dos acidentes fatais, dos quais 43% envolvem caminhões e 8% ônibus.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">O estudo comprovou que estes números elevados são consequência de uma combinação fatal: fadiga, jornadas excessivas e uso de drogas por parte dos motoristas profissionais.</span></div>
<p><em><br />
Fonte: Agência Brasil via Portal EBC</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novas regras para amarração de cargas nas estradas brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora alguns motoristas torçam o nariz para a Resolução 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta a amarração de cargas no Brasil, a mudança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">Embora alguns motoristas torçam o nariz para a Resolução 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta a amarração de cargas no Brasil, a mudança não traz nenhum prejuízo para os profissionais do transporte rodoviário de carga. É o que afirma o engenheiro Rubem Penteado de Melo, uma das autoridades no assunto no país e autor do livro &#8220;Amarração de Cargas”. A nova Resolução passa a valer em 1.º de janeiro de 2017 e proíbe, entre outras coisas, a utilização de cordas para amarração, sendo substituídas por cintas, correntes ou cabos de aço.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">&#8220;A mudança pode ser resumida em uma afirmação: nós teremos veículos de carga mais seguros em circulação a partir de 2017 em todo o Brasil. Cordas servem apenas para amarrar a lona que protege a carga, mas não são apropriadas para prender, porque elas esticam, não têm resistência adequada e sofrem influência de intempéries&#8221;, afirma.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">As novas regras determinam que os veículos fabricados a partir de 1.º de janeiro de 2017 já obedeçam a resolução. Já os veículos que estão em circulação estarão sujeitos ao cumprimento da norma a partir de 1.º de janeiro de 2018, tendo mais um ano para a adaptação.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Entenda</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;">Em setembro do ano passado, o Contran publicou a resolução 552, que estabelece novas regras para a amarração de cargas. A mudança determina que os veículos fabricados a partir de 1.º de janeiro de 2017 já obedeçam as novas regras. Já os veículos que estão em circulação estarão sujeitos ao cumprimento da norma a partir de 1.º de janeiro de 2018. Ou seja, os transportadores terão até o fim de 2017 para adequarem seus veículos aos requisitos estabelecidos pela legislação.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Dentre as proibições, destaca-se a utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura, quando exigível. A resolução proíbe também a utilização de dispositivos de amarração em pontos constituídos de madeira ou, mesmo sendo metálicos, que estejam fixados na parte de madeira da carroceria.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Deverão ser utilizados cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total à ruptura por tração de, no mínimo, duas vezes o peso da carga. Já as barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores poderão ser utilizados como dispositivos adicionais.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">O texto estabelece também novas regras para o transporte de cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha ou carroceria, como máquinas e equipamentos. Fica determinado que esse tipo de carga deverá conter pelo menos quatro pontos de amarração, por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entres esses tipos.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Outro ponto importante a ser destacado é que os dispositivos de amarração só poderão ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Veja as indicações da resolução:</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b> </b></span></div>
<div><center><img decoding="async" src="http://static.transvias.com.br/imagens/20161110-Amarracao-correta-das-cargas.gif" alt="Dentre as proibições, destaca-se a utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura" border="0" /></center></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Outro lado</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b> </b></span></div>
<div><span style="font-size: small;">Mas mesmo com os benefícios, a nova resolução não agradou alguns motoristas. Entre os profissionais, há comparações da lei de amarração com outra decisão do Contran, como a do extintor, quando o órgão decidiu que a troca do equipamento pelos do tipo ABC seria opcional. &#8220;Alguns motoristas comparam dizendo que tanto o caso dos extintores quando o da amarração não servem para nada, apenas para atrapalhar o trabalho dos motoristas, mas o único objetivo é garantir a segurança no trânsito&#8221;, explica Melo. Ainda segundo o engenheiro, o Brasil estava 40 anos atrasados em relação às atualizações sobre amarração de carga. &#8220;Além do impacto direto na melhoria da segurança no transporte rodoviário, os maiores beneficiados são de fato os próprios caminhoneiros. Eles vão encontrar veículos mais modernos, que permitirão melhores condições durante as operações de carga e descarga&#8221;, esclarece.</span></div>
<p><em><br />
Fonte: Portal de Notícias Portogente</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O diesel brasileiro é caro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 15:38:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[aumento no valor do frete]]></category>
		<category><![CDATA[diesel caro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um sentimento generalizado de que o diesel brasileiro, principal insumo do setor de transporte rodoviário de cargas, é caro, devido ao excesso de tributos. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe um sentimento generalizado de que o diesel brasileiro, principal insumo do setor de transporte rodoviário de cargas, é caro, devido ao excesso de tributos. No entanto, um levantamento de dados sobre o assunto confirma apenas parcialmente tal  crença.</p>
<div>
<p>De acordo com estudo da Petrobrás levando em conta preços do diesel para as principais capitais, entre 15 e 21 de maio de 2016, o preço de realização do produto corresponde a 54% do preço (gráfico). Somando-se mais 7% do biodiesel (adicionado na proporção de 7% da mistura), chega-se a 61%. A tributação é de 23%, sendo 15% de ICMS e 8% do PIS/PASEP, CIDE e CONFINS. Restam ainda 16% para cobrir a margem de distribuição e revenda.</p>
<p align="center"><strong>Composição do preço ao consumidor (Fonte:  Petrobrás)</strong></p>
<p><img decoding="async" src="http://www.portalntc.org.br/media/images/tabela-01.png" alt="" /></p>
<p>Quando se compara o preço em dólares com o de outros países (gráfico), constata-se que o preço brasileiro é aproximadamente o mesmo do Canadá, sendo superior aos do Chile e Estados Unidos. É inferior ao dos países da Europa, Argentina, Uruguai e Japão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><strong>Preço do diesel: Brasil x Outros países em 2015 (Fonte: Petrobrás)</strong></p>
<p><img decoding="async" src="http://www.portalntc.org.br/media/images/tab300616.png" alt="" /></p>
</div>
<p align="center"><a href="http://www.guiadotrc.com.br/noticiaID2.asp?id=31715">fonte</a></p>
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		<item>
		<title>Pedágios nas estradas de SP sobem em média 9,32% nesta sexta</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/pedagios-nas-estradas-de-sp-sobem-em-media-932-nesta-sexta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 15:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pedágio na logística]]></category>
		<category><![CDATA[pedágio no transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Sistema Anchieta-Imigrantes, pedágio sobe de R$ 23,00 para R$ 25,20. Rodovia dos Tamoios vai passar a cobrar pedágio. Os pedágios das rodovias administradas por empresas privadas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Sistema Anchieta-Imigrantes, pedágio sobe de R$ 23,00 para R$ 25,20. Rodovia dos Tamoios vai passar a cobrar pedágio.</p>
<div>
<p>Os pedágios das rodovias administradas por empresas privadas no Estado de São Paulo ficarão mais caros a partir desta sexta-feira (1º). As tarifas deverão subir em média 9,32%, segundo a Artesp. O reajuste é válido para carros, ônibus e caminhões.</p>
<p>CONFIRA <a href="http://estaticog1.globo.com/2016/06/29/TARIFAS-ARTESP-2016.pdf">AQUI</a> OS PREÇOS DAS NOVAS TARIFAS DE PEDÁGIO NAS ESTRADAS DE SP</p>
<p>O reajuste anual é baseado no IPC-A acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com o estipulado nos contratos de concessão.</p>
<p>O pedágio para veículss de passeio na Rodovia Anhanguera, em Perus, e da Bandeirantes, em Caieiras, por exemplo, sobem de R$ 8,00 para R$ 8,80.</p>
<p>O pedágio da Castello Branco, em Osasco, sobe de R$ 3,70 para R$ 4,00.</p>
<p>O pedágio das Rodovia dos Imigrantes e Anchieta para quem vai ou volta da Baixada Santista, sobem de R$ 23,00 para R$ 25,20.</p>
<p>No Rodoanel Mário Covas, as tarifas vão custar de R$ 1,90 a R$ 3,20, de acordo com o trecho de saída.</p>
<p>As concessionárias são: Autoban, Tebe, Intervias, Vianorte, Centrovias, Triângulo do Sol, Autovias, Renovias, Viaoeste, Colinas, SPVias e Ecovias. Terão aumento, portanto, as rodovias: Anchieta-Imigrantes, Bandeirantes, a Washington Luis, Cândido Portinari, Brigadeiro Faria Lima, Castello Branco e Anhanguera.</p>
<p>A Artesp também autorizou o início da cobrança de pedágio na Rodovia dos Tamoios a partir do dia 1º de julho, conforme previsão do contrato de concessão. As praças dos quilômetros 15,7 e 56,6 passarão a cobrar, respectivamente, R$ 3,50 e R$ 6,20. A tarifa é parte da remuneração que irá viabilizar a construção de 21,6 quilômetros de novas pistas para a duplicação do Trecho de Serra da rodovia – obra orçada em R$ 2,6 bilhões, segundo a associação.</p>
</div>
<p><a href="http://www.guiadotrc.com.br/noticiaID2.asp?id=31704">fonte</a></p>
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		<title>Brasil sobe dez posições em ranking de logística do Banco Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 15:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa de Logística]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil sobe dez posições em ranking de logística do Banco Mundial e alcança 55ª posição Fri, 01 de July de 2016 Fonte: O Estado de São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil sobe dez posições em ranking de logística do Banco Mundial e alcança 55ª posição<br />
Fri, 01 de July de 2016<br />
Fonte: O Estado de São Paulo</p>
<p>O Brasil subiu dez posições no ranking mundial de logística do Banco Mundial, ficando na 55º posição em 2016. O levantamento tem a Alemanha em primeiro lugar, seguido por outros países desenvolvidos, como Luxemburgo, em segundo, e Suécia em terceiro.</p>
<p>Apesar da melhora, o Brasil está atrás de outros emergentes, como a Índia (35º) e China (27º), e países vizinhos, como Chile (46º) e Panamá (40º). O levantamento é divulgado a cada dois anos pelo Banco Mundial e leva em conta seis fatores, como a infraestrutura das estradas e portos, procedimentos alfandegários, prazos de entrega e eficiência de rastreamentos. Em 2014, o Brasil ficou em 65º.</p>
<p>Uma das principais conclusões do relatório divulgado na terça-feira (28) pelo Banco Mundial é que enquanto a logística dos países emergentes teve melhora, o progresso nas economias mais pobres se desacelerou pela primeira vez desde 2007. Nas três últimas posições do ranking estão Síria, Somália e Haiti.</p>
<p>No caso do Brasil, o item com melhor avaliação é sobre o “rastreamento”, que mede o monitoramento de cargas, no qual o país ficou em 45º lugar. Já a pior posição, 72º, ficou na categoria “entregas internacionais”, que mede, por exemplo, a competitividade do país nos preços das entregas pelo mundo.</p>
<p>“O desempenho da logística, tanto no comércio internacional como no mercado interno, é fundamental para a competitividade e o crescimento dos países”, afirma no estudo a diretora do Banco Mundial, Anabel Gonzales. Para a elaboração do ranking a instituição entrevistou 1,2 mil pessoas da área de logística no mundo.</p>
<p>Os dez primeiros lugares são dominados por países desenvolvidos. Um dos autores do relatório do Banco Mundial, Jean-Francois Arvis, ressalta que vários países precisam avançar na logística, incluindo a melhora da qualidade dos serviços. Uma das características comuns dos melhores colocados, afirma ele, é que essas economias mostram “forte cooperação” entre os setores públicos e privados no segmento.</p>
<p>O relatório de logística do Banco Mundial começou a ser produzido em 2007 e está em sua quinta edição. A melhor posição ocupada pelo Brasil no ranking geral foi em 2010, quando ficou em 41º lugar.</p>
<p><a href="http://www.portalntc.org.br/cotidiano/brasil-sobe-dez-posicoes-em-ranking-de-logistica-do-banco-mundial-e-alcanca-55o-posicao/57133">fonte</a></p>
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		<title>Maior evento da América Latina sobre frotas conectadas acontece em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 19:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 18 e 19 de maio, workshop irá reunir especialistas da indústria de logística e transportes para debater sobre tecnologia e inovação no setor Nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 18 e 19 de maio, workshop irá reunir especialistas da indústria de logística e transportes para debater sobre tecnologia e inovação no setor</p>
<p>Nos próximos dias 18 e 19 de maio ocorrerá o evento Frotas Conectadas, organizado pela OTM Editora e com apoio do TruckPad, maior aplicativo para caminhoneiros e cargas do país, com o objetivo de reunir executivos e especialistas da indústria automobilística, dos setores de logística e transportes e também de empresas de tecnologia (internet, TI, telecom e telematics) para debater tendências, novas formas de negócios e inovação.</p>
<p>O evento, que irá acontecer no espaço Oxigênio Aceleradora, em São Paulo, contará com dois dias de painéis temáticos, apresentações de cases de sucesso, além de um espaço qualificado para a realização de network entre os participantes. Serão dois dias em que estarão em foco temas sobre o mercado e a gestão estratégica do transporte de cargas e o impacto gerado na indústria e economia de país.</p>
<p>A programação conta com painéis inéditos no Brasil e traz a tona debates sobre inovação, conectividade, mobilidade e autonomia de veículos e como estes temas estarão redefinindo o setor nos próximos anos. O evento abordará assuntos diversos como Mercado de frotas conectadas, Telemática e principais tecnologias e dispositivos embarcados nas frotas, Casos de sucesso de frota conectada, Veículos autônomos, Fusões &amp; aquisições e impactos na indústria, IoT / IoTT – Desafios para esse tipo de inovação no Brasil, Modelo Uber (Uber Fleets), Big data e analytics aplicados a frotas, Smart Cities e a infraestrutura para conectividade e muito mais.</p>
<p>“O uso da tecnologia no cotidiano do setor é cada vez mais presente e o evento tem o objetivo de servir como um ponto de encontro para discussões de tudo o que acontece nesse campo, reunindo grandes players, executivos, empreendedores e startups que buscam a cada dia formas inovadoras de negócios e produtividade no setor”, qualifica Ricardo Altmann, diretor da Lunica Consultoria, que estará presente no evento.</p>
<p>Fonte: Assessoria de Imprensa</p>
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		<title>Gerenciamento de risco</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/gerenciamento-de-risco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 19:50:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento de risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de gerenciamento de risco nasceu no mercado de seguros e chegou ao setor de transporte de cargas no final dos anos 1990. Na teoria, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O conceito de gerenciamento de risco nasceu no mercado de seguros e chegou ao setor de transporte de cargas no final dos anos 1990. Na teoria, ele reúne toda e qualquer medida que possa aumentar a segurança do transporte de cargas. Já na prática, ele encontra um grande entrave: os altos custos tecnológicos.</p>
<p>“As empresas investem como podem em todas as tecnologias disponíveis. Acesso à informação, certamente todas têm. O que a maioria não tem são recursos financeiros para aplicar as melhores práticas possíveis em gerenciamento de risco. No Brasil, você tem empresas de todos os tamanhos, então o gerenciamento de risco é adaptável à realidade de cada uma”, afirma o Coronel Paulo Roberto de Souza, assessor de segurança da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística).</p>
<p>Para ele, o gerenciamento de risco pode ser dividido em quatro ações primordiais: gerenciamento do veículo em movimento, proteção dos depósitos, investimento em recursos humanos, e investimento nos controles dos sistemas de comunicação. Entenda cada uma delas.<br />
<strong>Gerenciamento do veículo em movimento</strong></p>
<p>Compreende grande parte das ferramentas tecnológicas de gerenciamento de risco, principalmente os rastreadores. “O rastreamento é a faceta mais visível do gerenciamento de risco e engloba a comunicação entre caminhão e transportadora via aparelho celular ou satélite”, explica o Coronel Paulo Roberto de Souza, da NTC&amp;Logística.</p>
<p>O coronel explica que, antes de sair com a carga, o motorista recebe dos especialistas em gerenciamento de risco a rota exata a ser seguida, inclusive com as recomendações de postos de parada. Isto é feito pelo cruzamento de informações por softwares ou pela própria experiência dos profissionais da área.</p>
<p>Via satélite ou celular, a transportadora acompanha o percurso e consegue interferir na ação do motorista mesmo a distância. “Há uma série de recursos para isso. Há o sensor que corta o combustível, e é ativado apenas por onda de celular; há o sensor de porta que dispara alarme se alguém tenta abrir. Há o sensor do banco do carona, o sensor do baú e uma série de outras maneiras de saber se o veículo está sendo violado”, exemplifica. “O próprio motorista possui um painel de bordo com botão de pânico. Ele pode acionar o botão para pedir socorro ou mandar mensagens pré-programadas ou que ele mesmo digita na hora, dando mais informações sobre o ocorrido.”</p>
<p>Dependendo do valor da carga, o gerenciamento do veículo em movimento pode englobar até mesmo escolta armada.</p>
<p><strong>Proteção dos depósitos</strong><br />
É feita com uso de sistemas de câmeras, alarmes e contratação de vigilantes para proteger a carga quando ainda estocada ou durante os carregamentos e descarregamentos dos caminhões.<br />
<strong>Investimento em recursos humanos</strong></p>
<p>Compreende uma boa seleção e um bom treinamento da mão de obra que trabalha para a transportadora. “Além do controle sobre a vida do motorista e seus antecedentes criminais, a empresa precisa treiná-lo para saber o que fazer e como fazer”, afirma o coronel.</p>
<p>Por meio de telemetria (tecnologia de monitoração e comunicação), sensores indicam para a transportadora qual a velocidade em que o veículo trafega, qual o desgaste dos pneus e até mesmo se o motorista realizou alguma descida em “banguela” (com o veículo em ponto morto, o que aumenta o perigo de acidentes). Diante de tais dados, é possível, por exemplo, programar aulas de direção defensiva para o motorista que mostrar maus hábitos ao volante.<br />
<strong>Investimento nos controles dos sistemas de comunicação</strong></p>
<p>Adoção de instrumentos (softwares e ferramentas de geoprocessamento, por exemplo) que efetivamente transformam os dados de rastreamento da carga em informações para a tomada de decisão, a gestão dos recursos e a medição da qualidade do gerenciamento de risco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.portalntc.org.br/rodoviario/gerenciamento-de-risco/56933">Fonte</a></p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/gerenciamento-de-risco/">Gerenciamento de risco</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tolerância para transbordo de carga</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/tolerancia-para-transbordo-de-carga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2016 19:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reza o artigo 9o da Resolução CONTRAN no 258/07, modificada pela Resolução 526/15, que, independentemente da natureza da carga, o veículo poderá prosseguir viagem sem remanejamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Reza o artigo 9<sup>o</sup> da Resolução CONTRAN n<sup>o </sup>258/07, modificada pela Resolução 526/15, que, independentemente da natureza da carga, o veículo poderá prosseguir viagem sem remanejamento ou transbordo, desde que os excessos aferidos em cada eixo ou conjunto de eixos sejam simultaneamente inferiores a 12,5% do menor valor entre os pesos e capacidades máximos estabelecidos pelo CONTRAN e os pesos e capacidades indicados pelo fabricante ou importador. Esta tolerância não será cumulativa com os limites de 5% para o peso bruto e 10% para o peso por eixo.<br />
Isso significa que, atualmente, não haverá transbordo ou remanejamento se os excessos por eixo não ultrapassagem 12,5%.<br />
Note-se também que, quando o veículo é multado por excesso nos eixos, desde que inferior a 2,5% , ou mesmo por excesso no peso bruto, pode não haver necessidade de transbordo.<br />
Mesmo quando caraterizada a necessidade do transbordo e a fiscalização não aplicar a medida administrativa, isso não implica na anulação da multa. Reza o parágrafo 2º do artigo 269 do CTB que a ausência da medida administrativa não elide a responsabilidade pela infração, pois se trata de medida complementar a esta.<br />
Sistemática semelhante de transbordo era adotada pelo antigo Código Nacional de Trânsito, mas não foi incluída no atual CTB, que deixou o assunto para a alçada do CONTRAN.<br />
Segundo o artigo 8<sup>o</sup> da Resolução CONTRAN n<sup>o</sup> 258/07,a critério do agente, observadas as condições de segurança, poderá ser dispensado o remanejamento ou transbordo de produtos perigosos, produtos perecíveis, cargas vivas e passageiros.<br />
Esta redação é ligeiramente diferente da encontrada no parágrafo 5<sup>o</sup> do artigo 270 do CTB. A principal diferença está na inclusão das cargas vivas. As demais diferenças são mais de forma do que de conteúdo.<br />
Não existe relação entre o aumento da tolerância por eixo para 10% e a elevação dos danos ao pavimento. Em primeiro lugar, porque a tolerância para o peso bruto permaneceu em 5%.</p>
<p>Em segundo lugar, porque o parágrafo único do artigo 5º da Resolução 258/07 determina que “no carregamento dos veículos, a tolerância máxima (&#8230;) não pode ser incorporada aos limites de peso previstos em regulamentação fixada pelo CONTRAN.&#8221;</p>
<p>Em terceiro lugar, porque conforme o Código de Trânsito, a tolerância só pode ser usada na aferição de peso por balança. Se a verificação do peso bruto for feita por nota fiscal, não existe tolerância. É arriscado, portanto, incorporar a tolerância.<br />
A finalidade da maior tolerância não é aumentar peso, mas reduzir as dificuldades enfrentadas por determinados segmentos de transportes (granel, líquidos, contêineres, bobinas, big bags, lixo, madeira etc.) nos quais é muito difícil, senão impossível acertar as cargas por eixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.portalntc.org.br/blogdoneuto/tolerancia-para-transbordo-de-carga/56934">Fonte</a></p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/tolerancia-para-transbordo-de-carga/">Tolerância para transbordo de carga</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como amarrar a carga</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/como-amarrar-a-carga/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 21:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[como amarrar a carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma viagem segura começa com a carga bem presa na carreta. Afinal, ninguém quer chegar ao seu destino com a mercadoria danificada por ficar batendo dentro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Uma viagem segura começa com a carga bem presa na carreta. Afinal, ninguém quer chegar ao seu destino com a mercadoria danificada por ficar batendo dentro do baú, ou ainda perdê-la na estrada no caso da caçamba ser aberta. Já pensou se causa um acidente?</p>
<p>Os estradeiros experientes sabem que, antes de partir para mais uma jornada, devem verificar a estabilidade da mercadoria e como ela está presa ao veículo. No entanto, se você, motorista, está acostumado a utilizar qualquer tipo de corda, ou amarrar nas travessas de madeira, terá de dois a três anos para mudar de hábito.  Isso porque foram aprovadas as normas que regulam a amarração de cargas no caminhão.</p>
<p dir="ltr">Por enquanto você não precisa se preocupar: as regras vão valer a partir de 2017 para quem tem veículos novos, já adaptados para a amarração segura. Os veículos antigos terão que se adaptar até 2018.</p>
<p>Uma das principais coisas que muda para os estradeiros é a não-utilização das madeiras da carroceria na hora de prender a carga. Será obrigatória a amarração em ganchos fixados no chassi. Também ficará proibida a amarração com cordas, sendo permitidas apenas as cintas, correntes ou cabos de aço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://volvonaestrada.com.br/2015/10/cuidados-na-hora-de-amarrar-a-carga/">fonte</a></p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/como-amarrar-a-carga/">Como amarrar a carga</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
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