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	<title>Arquivos Uncategorized - Rodale Transportadora de cargas</title>
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	<description>Transportes de cargas secas, transporte de container, transporte de máquinas, transporte de equipamentos de construção civil</description>
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		<title>Indústria perde R$ 130 bilhões por ano com a violência no Brasil</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/industria-perde-r-130-bilhoes-por-ano-com-a-violencia-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da CNI mostra que a deficiência na segurança pública brasileira reduz a competitividade do país e aumenta os preços dos produtos para o consumidor Todos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/industria-perde-r-130-bilhoes-por-ano-com-a-violencia-no-brasil/">Indústria perde R$ 130 bilhões por ano com a violência no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>Estudo da CNI mostra que a deficiência na segurança pública brasileira reduz a competitividade do país e aumenta os preços dos produtos para o consumidor</em></p>
<p>Todos os anos, R$ 130 bilhões deixam de ser investidos na produção industrial em função da violência no país, de acordo com estimativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Esse é o volume que a indústria de transformação brasileira gasta anualmente com custos com segurança privada e com as perdas decorrentes de roubo de carga e vandalismo, segundo o estudo Deficiência na segurança pública reduz competitividade do Brasil, elaborado pela Confederação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para fazer a estimativa, a CNI considerou dado do Banco Mundial que diz que 4,2% do faturamento anual das empresas brasileiras é comprometido com custos com segurança privada e com as perdas decorrentes de roubo e vandalismo. O dado é de 2009, mas, supondo que o percentual se manteve constante, a Confederação atualizou o volume considerando a receita bruta da indústria de transformação levantada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, é provável que o percentual tenha se elevado nos últimos anos em função da crise econômica que assola o país, destaca o gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. &#8220;Com a crise, mais pessoas perderam o emprego e passaram para o mercado informal, que muitas vezes é alimentado por produtos piratas ou oriundos de roubo de carga, o que ajuda a estimular a violência. A violência é mais um dos fatores que afetam a competitividade brasileira&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O documento mostra que o número de ocorrências de roubo e furto de carga aumentou 64% entre 2010 e 2015, chegando a 20.803 no ano passado. Para se proteger, as empresas desviaram recursos para manter a segurança do canteiro de obras e evitar que haja roubo dentro das instalações, por exemplo. O estudo da CNI mostra que houve aumento da demanda por esses serviços. Entre 2004 e 2014, o emprego no setor de serviços de segurança cresceu, em média, 7,2% ao ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de reduzir investimentos, a falta de segurança pública impacta a competitividade do país ao diminuir a produtividade dos trabalhadores, uma vez que ficam mais estressados e inseguros. Menos produtivas e com gastos maiores em segurança, as empresas acabam repassando os custos para seus produtos, impactando o preço que chega aos consumidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CUSTO DA VIOLÊNCIA &#8211;</strong> O Brasil está entre os países cujas empresas têm os maiores custos com crime e violência. Desde 2006, segundo levantamento do Fórum Econômico Mundial, o país está entre os 25% com pior desempenho no ranking mundial do indicador, em uma análise de, em média, 138 nações. Em 2015, em uma escala que vai de 1 a 7, em que quanto mais próximo de 7, melhor é a posição do país, o Brasil ficou com 2,87. A nota fica abaixo da média da América Latina (3,22) e atrás de países como Haiti, República Dominicana e Argentina.</p>
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		<title>Obrigatoriedade de exame para caminhoneiros reduz acidentes nas estradas</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/obrigatoriedade-de-exame-para-caminhoneiros-reduz-acidentes-nas-estradas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas profissionais, implantada há apenas seis meses, já conseguiu reduzir em mais de 38% o número de acidentes nas estradas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/obrigatoriedade-de-exame-para-caminhoneiros-reduz-acidentes-nas-estradas/">Obrigatoriedade de exame para caminhoneiros reduz acidentes nas estradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas profissionais, implantada há apenas seis meses, já conseguiu reduzir em mais de 38% o número de acidentes nas estradas federais de todo o país. A medida também fez com que mais de 230 mil motoristas profissionais mudassem de categoria ou não renovassem sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Os dados foram divulgados pelo Instituto de Tecnologia para o Trânsito Seguro (ITTS), que promoveu hoje (24), no prédio da Bolsa de Valores, no Rio, o seminário &#8220;A Importância do exame toxicológico preventivo para a segurança do trânsito&#8221;, quando apresentou balanço sobre os seis meses da obrigatoriedade do exame.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Nestes seis meses de vigência da lei, foram testados cerca de 650 mil profissionais no  país. Apenas profissionais do Tocantins e de Mato Grosso do Sul não estão fazendo os exames, resguardados por liminares. A taxa de positividade ficou em torno dos 9% para os motoristas candidados a emprego em regime de CLT (Confederação das Lei do Trabalho) e em 2,5% para os motoristas que renovaram suas carteiras de habilitação.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Segundo o instituto, neste último grupo, o baixo índice está diretamente relacionado ao fato de que mais de 33% dos condutores profissionais não renovaram suas carteiras ou migraram para categorias em que o exame não é exigido.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para o presidente do instituto, Márcio Liberbaum, é razoável concluir que parte significativa desses motoristas que evitaram o exame do fio de cabelo seja de usuário regular de drogas e que permanece dirigindo profissionalmente sem a carteira de habilitação compatível, burlando a fiscalização, sem o documento renovado.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“Os primeiros resultados demonstram o grande acerto do legislador brasileiro ao implantar a lei. Tivemos mudança de comportamento de 1/3 dos 12 milhões de motoristas profissionais do país. Em apenas seis meses, 33,4% dos motoristas não renovaram as carteiras e 11% deles migraram para as categorias A e B. Mas é significativo que 24% simplesmente não renovaram”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Em entrevista à Agência Brasil, Liberbaum ressaltou o fato de que, “se for levado em consideração este percentual projetado para a totalidade dos motoristas profissionais do país, mais de 2,5 milhões deles ficariam sem a renovação da carteira, se todos os exames já tivessem sido realizados a um só tempo”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">O que se pode imaginar, segundo ele, é que “haja uma positividade escondida de 25%, uma vez que todas as etapas anteriores à implantação do calendário legal do exame, em que fomos às ruas buscar conhecer a taxa de positividade nos motoristas profissionais, ela variava entre 15% e 33% de positividade”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Polícia Federal</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Estudo desenvolvido em paralelo pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) constatou que, de março a julho deste ano, comparativamente a igual período do ano passado, o número de acidentes envolvendo caminhões nas estradas federais do país diminuiu de 18 mil para 11 mil, o que dá uma redução de 38%.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“A gente sabe que a positividade no país é alta, até porque os motoristas não se drogam por lazer, mas, sim, para cumprir o tempo de jornada de trabalho, imposta pelos donos das frotas de caminhões &#8211; que é própria de regime escravagista. E isso tem que acabar”, disse o presidente do Instituto de Tecnologia para o Trânsito Seguro.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para ele, a eficácia da lei é “absolutamente inequívoca” e muito bem demonstrada com essa fuga da renovação ou da classificação por categoria. “Essa positividade escondida vai ser pedagógica para os 90% dos motoristas que ainda não fizeram o exame. Eles vão perceber que têm que mudar de comportamento, se quiserem continuar a exercer a sua profissão.”</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“É a pedagogia constatada nesta grande fuga que vai fazer com que os motoristas se preparem antes, buscando largar a droga, para voltar ao exercício da profissão sem problema”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Ainda em sua avaliação, “mais eficaz do que reduzir a jornada do trabalho por lei é retirar do motorista a possibilidade de fazer uso do recurso que dá ao corpo a capacidade de cumprir este tempo de jornada sobre-humano que vinha sendo imposto aos caminhoneiros”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Exame Toxicológico</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">A obrigatoriedade do exame toxicológico para motoristas com CNH nas categorias C, D e E tornou-se uma norma pela Lei Federal 13.103/15 já devidamente regulamentada pelo  (Conselho Nacional de Trânsito (Contran e pelo Ministério do Trabalho. Ela passou a valer de 2 de março deste ano para a emissão e renovação da CNH, na pré-admissão e no desligamento de motoristas profissionais de todo o país.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Sua adoção foi a primeira medida para combater o uso de drogas por condutores, desde que o Código de Trânsito Brasileiro entrou em vigor, em janeiro de 1998. Ela define que o motorista faça uma renovação da carteira de 60 em 60 meses meses, determinação essa que vai cair para 30 meses em 2018.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para Fernando Dinis, presidente da ONG Trânsito Amigo (que perdeu um filho em um acidente de carro e hoje luta pela melhoria das condições de trânsito no país), o teste Larga a Janela, como é chamado o exame toxicológico, provou ser o mais eficiente em vigência no país. Dinis perdeu um filho em acidente de carro e hoje luta pela melhoria das condições de trânsito no país. Na opinião dele, o exame consegue &#8220;positivar&#8221; se o motorista profissional fez uso de substâncias psicoativas em um período de 120 a 180 dias, o que é completamente incompatível com a sua atividades profissional.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">“Na minha opinião, a opinião de um pai que perdeu um filho em acidente de trânsito, o exame é tão importante que deveria ser estendido a todas as categorias de motoristas. As pessoas colocaram muito o foco na Lei Seca, voltada exclusivamente para o álcool, principalmente nas grandes cidades. Mas esquecem que a frota dos caminhões de veículos pesados representa 4% da frota nacional veicular, embora responda por quase 40% dos acidentes com vítimas fatais no país”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Para Dinis, é preciso lembrar que quem usa droga para prorrogar sua capacidade de dirigir, transportando carga nas estradas, é um motorista profissional e está dirigindo uma carreta de 50, 60 toneladas de grãos. &#8220;Ele dirige muitas vezes por três, quatro dias sem dormir, para atingir a sua meta por um frete maior. E quando colidi com outro motorista morrem ambos, porque estão na mesma altura. Mas quando a colisão se dá com um carro de passeio, trazendo uma família, isso passa a ser um extermínio”.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Trânsito que mata</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">No Brasil, a cada hora, cinco pessoas morrem vítimas de acidentes de trânsito e 59 ficam inválidas. Em 2015, segundo dados da Polícia Federal, levantados para um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o trânsito matou 42,5 mil pessoas, deixando 515,7 mil feridos graves. Esses números dão ao Brasil a medalha de bronze da violência no trânsito, ficando apenas atrás da China e da Índia. Nas estradas federais, os veículos pesados, que respondem por apenas 4% da frota nacional, estão envolvidos em 51% dos acidentes fatais, dos quais 43% envolvem caminhões e 8% ônibus.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">O estudo comprovou que estes números elevados são consequência de uma combinação fatal: fadiga, jornadas excessivas e uso de drogas por parte dos motoristas profissionais.</span></div>
<p><em><br />
Fonte: Agência Brasil via Portal EBC</em></p>
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			</item>
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		<title>Novas regras para amarração de cargas nas estradas brasileiras</title>
		<link>https://rodaletransportes.com.br/novas-regras-para-amarracao-de-cargas-nas-estradas-brasileiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodale Transportes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 18:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora alguns motoristas torçam o nariz para a Resolução 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta a amarração de cargas no Brasil, a mudança [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rodaletransportes.com.br/novas-regras-para-amarracao-de-cargas-nas-estradas-brasileiras/">Novas regras para amarração de cargas nas estradas brasileiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://rodaletransportes.com.br">Rodale Transportadora de cargas</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;">Embora alguns motoristas torçam o nariz para a Resolução 552 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que regulamenta a amarração de cargas no Brasil, a mudança não traz nenhum prejuízo para os profissionais do transporte rodoviário de carga. É o que afirma o engenheiro Rubem Penteado de Melo, uma das autoridades no assunto no país e autor do livro &#8220;Amarração de Cargas”. A nova Resolução passa a valer em 1.º de janeiro de 2017 e proíbe, entre outras coisas, a utilização de cordas para amarração, sendo substituídas por cintas, correntes ou cabos de aço.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">&#8220;A mudança pode ser resumida em uma afirmação: nós teremos veículos de carga mais seguros em circulação a partir de 2017 em todo o Brasil. Cordas servem apenas para amarrar a lona que protege a carga, mas não são apropriadas para prender, porque elas esticam, não têm resistência adequada e sofrem influência de intempéries&#8221;, afirma.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">As novas regras determinam que os veículos fabricados a partir de 1.º de janeiro de 2017 já obedeçam a resolução. Já os veículos que estão em circulação estarão sujeitos ao cumprimento da norma a partir de 1.º de janeiro de 2018, tendo mais um ano para a adaptação.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Entenda</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;">Em setembro do ano passado, o Contran publicou a resolução 552, que estabelece novas regras para a amarração de cargas. A mudança determina que os veículos fabricados a partir de 1.º de janeiro de 2017 já obedeçam as novas regras. Já os veículos que estão em circulação estarão sujeitos ao cumprimento da norma a partir de 1.º de janeiro de 2018. Ou seja, os transportadores terão até o fim de 2017 para adequarem seus veículos aos requisitos estabelecidos pela legislação.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Dentre as proibições, destaca-se a utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura, quando exigível. A resolução proíbe também a utilização de dispositivos de amarração em pontos constituídos de madeira ou, mesmo sendo metálicos, que estejam fixados na parte de madeira da carroceria.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Deverão ser utilizados cintas têxteis, correntes e cabos de aço, com resistência total à ruptura por tração de, no mínimo, duas vezes o peso da carga. Já as barras de contenção, trilhos, malhas, redes, calços, mantas de atrito, separadores, bloqueadores e protetores poderão ser utilizados como dispositivos adicionais.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">O texto estabelece também novas regras para o transporte de cargas indivisíveis em veículos do tipo prancha ou carroceria, como máquinas e equipamentos. Fica determinado que esse tipo de carga deverá conter pelo menos quatro pontos de amarração, por meio da utilização de correntes, cintas têxteis, cabos de aço ou combinação entres esses tipos.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Outro ponto importante a ser destacado é que os dispositivos de amarração só poderão ser passados pelo lado externo da carroceria em veículos do tipo carga seca quando a carga ocupar totalmente o espaço interno da carroceria.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Veja as indicações da resolução:</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b> </b></span></div>
<div><center><img decoding="async" src="http://static.transvias.com.br/imagens/20161110-Amarracao-correta-das-cargas.gif" alt="Dentre as proibições, destaca-se a utilização de cordas para a amarração de cargas, sendo seu uso permitido apenas para a fixação da lona de cobertura" border="0" /></center></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"> </span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b>Outro lado</b></span></div>
<div><span style="font-size: small;"><b> </b></span></div>
<div><span style="font-size: small;">Mas mesmo com os benefícios, a nova resolução não agradou alguns motoristas. Entre os profissionais, há comparações da lei de amarração com outra decisão do Contran, como a do extintor, quando o órgão decidiu que a troca do equipamento pelos do tipo ABC seria opcional. &#8220;Alguns motoristas comparam dizendo que tanto o caso dos extintores quando o da amarração não servem para nada, apenas para atrapalhar o trabalho dos motoristas, mas o único objetivo é garantir a segurança no trânsito&#8221;, explica Melo. Ainda segundo o engenheiro, o Brasil estava 40 anos atrasados em relação às atualizações sobre amarração de carga. &#8220;Além do impacto direto na melhoria da segurança no transporte rodoviário, os maiores beneficiados são de fato os próprios caminhoneiros. Eles vão encontrar veículos mais modernos, que permitirão melhores condições durante as operações de carga e descarga&#8221;, esclarece.</span></div>
<p><em><br />
Fonte: Portal de Notícias Portogente</em></p>
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